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TÁIRES
VALÉRIO

O que em sua vida

já não pode continuar

da mesma forma?

Muitas vezes, o sofrimento aparece justamente quando antigas formas de adaptação deixam de funcionar.

Este é um espaço seguro para compreender conflitos, reconhecer repetições e transformar experiências em novas possibilidades de viver com mais consciência e autenticidade.

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Há algo em você pedindo para ser ouvido?

Nem todo sofrimento se resolve tentando controlar os sintomas. Muitas vezes, eles são sinais de que algo importante precisa ser compreendido. A terapia oferece um espaço para escutar esses movimentos, encontrar novos significados e construir uma relação mais consciente consigo mesmo.

Ansiedade

Você tenta descansar, mas o corpo continua funcionando como se houvesse um perigo próximo. Taquicardia, tensão, dificuldade para desligar, pensamentos acelerados e uma sensação constante de alerta, mesmo quando aparentemente está tudo bem.

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Excesso de autocobrança

Existe uma sensação de que você não pode relaxar. Descansar traz culpa, errar parece um risco enorme e sua cabeça está sempre tentando antecipar falhas para evitar decepcionar os outros — ou a si mesmo.

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Sensação
de vazio

Mesmo quando a vida continua funcionando, algo parece sem presença por dentro. Você faz o que precisa fazer, mantém a rotina, responde às demandas, mas sente que está vivendo distante de si mesmo há tempo demais.

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Dificuldade nos relacionamentos

Muitas vezes, o sofrimento nos relacionamentos aparece em formas opostas. Algumas pessoas se adaptam demais, silenciam o que sentem e acabam se perdendo nas relações. Outras vivem vínculos marcados por conflitos constantes, distanciamento, controle, ciúme, dificuldade de confiar ou sensação permanente de ameaça e frustração.

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Cansaço
emocional

Não é simplesmente estar cansado. É sentir que tudo exige mais energia do que deveria. Conversas, rotina, trabalho, vínculos… como se internamente você já estivesse sustentando peso demais há muito tempo.

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Momentos
de transição

Mudanças importantes podem provocar medo, hesitação e uma sensação profunda de desorganização interna. Mesmo quando existe vontade de mudar, muitas pessoas acabam recuando diante do desconforto que toda transformação inevitavelmente traz.

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Padrões que
se repetem

As pessoas mudam, os contextos mudam, mas certas experiências continuam retornando. Os mesmos conflitos, os mesmos impasses, os mesmos tipos de relação, como se alguma coisa insistisse em acontecer até ser finalmente compreendida.

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Busca

por sentido

Chega um momento em que não basta mais apenas “fazer a vida funcionar”. Surge a necessidade de entender quem você se tornou, o que perdeu de si ao longo do caminho e o que ainda faz sentido continuar sustentando.

A necessidade constante de agradar

Você evita frustrar, desapontar ou desagradar os outros a qualquer custo. E muitas vezes isso faz com que você recue de decisões importantes, abandone desejos no meio do caminho ou nunca atravesse certas experiências até o fim — permanecendo sempre na tentativa de manter tudo sob controle.

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O que é a

Psicologia

Analítica?

​A Psicologia Analítica, desenvolvida por Carl Gustav Jung, compreende a personalidade como um sistema vivo, formado pela relação entre consciente e inconsciente.

A consciência corresponde à experiência direta do eu: aquilo que percebemos, pensamos e reconhecemos em nós mesmos. O inconsciente, por sua vez, é uma dimensão psíquica autônoma e compensatória, que influencia continuamente a vida consciente por meio de sonhos, emoções, imagens, fantasias e sintomas.

Quando a consciência se torna unilateral ou o desenvolvimento da personalidade se interrompe, podem surgir estados de sofrimento psíquico e neurose. Como o inconsciente se expressa por uma linguagem simbólica, seus conteúdos exigem elaboração e reflexão para que possam se tornar conscientes e integrados à experiência da pessoa.

TÁIRES
VALÉRIO

CRP: 06/193955

Não compreendo a terapia como um processo em que o psicólogo simplesmente aplica técnicas ou oferece respostas. O trabalho analítico é construído a partir do encontro entre duas pessoas e exige participação de ambos.

Sou um participante ativo desse processo: sustento a escuta, faço perguntas, apresento hipóteses e procuro compreender, junto com você, os conflitos, contradições e padrões que compõem sua experiência. 

 

Isso não significa ocupar o lugar de quem sabe o que é melhor para você. Meu papel é acompanhar e favorecer um processo de investigação no qual aquilo que antes parecia confuso, repetitivo ou sem sentido possa ser gradualmente compreendido. 

PsicAnali
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QUEM

A importância da psicologia na sua vida

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